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MUNICÍPIO DE PONTA DELGADA
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Proposta nº166

COMISSÃO MUNICIPAL DE TOPONÍMIA


Proposta nº166
Diplomas de Reconhecimento Municipal

 

A Comissão Municipal de Toponímia, reunida em sessão ordinária aos 18 de Setembro de 2008 no Centro Municipal de Cultura, deliberou, por unanimidade, propor à Câmara Municipal de Ponta Delgada a atribuição do “Diploma de Reconhecimento Municipal” aos professores Eduardo de Andrade Pacheco, Carlos Manuel da Silva Medeiros, Ana Maria Moniz da Ponte Neto de Viveiros, Maria Zulmira Raposo Lima Gama, Luís Manuel Tavares dos Reis, Maria Luísa Almeida Silva, Mariana da Ascensão Ferreira da Silva de Sequeira Dias, Urselina da Glória Mota Simas e Manuel João de Sousa Melo, bem como à Delegação dos Açores da Associação de Solidariedade Social dos Professores, ao abrigo do Regulamento das Distinções Honoríficas Municipais, nos termos da seguinte proposta apresentada pelo seu vice-presidente Rubens de Almeida Pavão:


1. EDUARDO DE ANDRADE PACHECO, natural da freguesia de S. Roque, onde nasceu em 29 de Junho de 1919.
Após ter concluído o exame da 4ª classe, o seu professor, José de Almeida Pavão aconselhou os pais para que prosseguisse estudos, coisa rara para aquele tempo, pelo que foi o primeiro aluno daquela comunidade a ingressar no ensino secundário, em Ponta Delgada.
Assim, em Outubro de 1931 matriculou-se no Liceu Antero de Quental, tendo concluído, com distinção, o Curso Complementar de Ciências, ingressado, em 1937, na Faculdade de Ciências Físico - Químicas da Universidade de Lisboa; e, já licenciado, foi convidado para professor - assistente, lugar que declinou, pois o seu grande desejo era regressar à terra para se ligar, definitivamente, à Mulher que foi o grande amor da sua vida.
A partir do ano lectivo de 1944/45, ingressou no quadro docente do Liceu de Ponta Delgada. Em 1964, assumiu as funções de vice-reitor e, de 1969 a 1974, as de reitor, acumulando, também, as de director da Escola do Magistério Primário.
Em 1975 quando, por imperativo legal, os reitores dos liceus cessaram funções, foi requisitado para a Universidade dos Açores, podendo acompanhar a transferência dos serviços provenientes da integração da Escola do Magistério no Centro Integrado da Formação dos Professores e, depois, do próprio departamento de Ciências de Educação. Aposentou-se por limite de idade.
Para além dum profissional muito competente, o Dr. Eduardo Pacheco foi o que pode dizer-se um prestante cidadão de S. Roque, onde sempre residiu e constituiu família.
Conhece, praticamente, todas as famílias ali residentes, visitava os mais desprotegidos, através das conferências vicentinas e ainda da Caritas e subiu, muitas vezes, até aos poderes públicos para solicitar uma ajuda aos que mais precisavam, encontrando aí, por vezes, os seus antigos alunos em lugares de chefia.
Católico praticante, foi durante longos anos catequista, cooperando em várias actividades organizadas pela sua Igreja.
Na senda de seu Pai mantém-se como cultivador e produtor de ananases, tendo pertencido aos órgãos sociais do então Grémio dos Exportadores de Frutas.
Hoje, é o único professor efectivo sobrevivo do antigo Liceu de Ponta Delgada e, apesar de rondar os 90 anos, ainda conserva uma grande lucidez de espírito e participa, sempre que pode, em eventos promovidos por antigos alunos.

2. CARLOS MANUEL DA SILVA MEDEIROS nasceu na freguesia de S. José, Ponta Delgada, em 28 de Novembro de 1935.
Frequentou a escola primária central de S. José, seguidamente, o Liceu de Ponta Delgada, e, depois a Universidade, creio que de Coimbra, onde se licenciou em Ciências Geológicas, para além de possuir ainda o curso de Ciências Pedagógicas.
Em 13 de Maio de 1966 foi colocado como professor provisório da Escola Industrial e Comercial de Ponta Delgada, passando em 1974 pela Escola Técnica da Horta e, em 1 de Março de 1975, como professor efectivo da mesma escola Comercial desta cidade, sendo sido louvado várias vezes pelo espírito de muita dedicação, iniciativa e dinamismo que imprimiu na organização do Laboratório de Ciências Naturais.
Em 1 de Janeiro de 1974, foi nomeado subdirector da secção da Ribeira Grande da Escola Industrial e Comercial de Ponta Delgada.
Em 13 de Outubro de 1975, por despacho do Secretário de Estado da Administração Escolar foi destacado para prestar serviço no Instituto de Tecnologia Educativa, montando e dinamizando os serviços da Telescola nos Açores, o que permitiu o alargamento do Ciclo Preparatório às localidades rurais, onde aquele ensino não chegava.
Em 1978, já na vigência do Governo Regional dos Açores, assumiu a coordenação e, mais tarde, a direcção do Centro Regional de Tecnologia Educativa, onde desenvolveu um projecto de grande dimensão na área das técnicas áudio visuais, que teve as maiores repercussões em todas as escolas da Região, inclusivé, no âmbito da reprografia com a publicação de documentação de apoio pedagógico para alunos e professores.
No então denominado Centro de Apoio Pedagógico dos Açores, realizaram-se vários cursos de formação e foi imprensa e divulgada a revista INFORMAR.
Por despacho do Secretario Regional da Educação e Cultura assumiu, em 10 de Outubro de 1986 a presidência da comissão instaladora da Escola Secundária das Laranjeiras, inaugurada em 17 de Dezembro seguinte, acontecimento que constituiu um marco na história da Educação e do Ensino nos Açores, dado que se tratou do primeiro estabelecimento de ensino construído dentro dos mais avançados padrões europeus.
Assumiu, depois, o cargo de director da Escola Profissional das Capelas, onde igualmente demonstrou uma grande dedicação e espírito de serviço pela causa do ensino e da educação da juventude.

3. ANA MARIA MONIZ DA PONTE NETO DE VIVEIROS nasceu na freguesia de S. Sebastião, Ponta Delgada, em 28 de Abril de 1934, tendo concluído o curso Complementar dos Liceus e da Escola do Magistério Primário.
No ano lectivo de 1968/ 1969, foi nomeada professora o Escola Preparatória Roberto Ivens, fazendo a profissionalização em exercício nessa área de ensino, após o que a partir de 1983/84 foi transferida para a Escola Secundária Canto da Maia, onde permaneceu até à sua aposentação, em 6 de Abril de 2001, tendo sido presidente do respectivo Conselho Directivo.
Foi no seu tempo e, por sua sugestão, que aquela escola sofreu profundas remodelações na sua estrutura física, de modo a poder ali realizar-se um ensino mais consentâneo com as novas técnicas pedagógicas, além de permitir uma melhor acomodação dos alunos.
Foi formadora e delegada da disciplina de português.
Pertenceu à equipa de Orientação Pedagógica dos Açores e, de 1990 a 1992, foi uma das responsáveis pelo lançamento dos novos programas curriculares, tanto a nível da experiência piloto, como a nível da generalização do programa de Língua Portuguesa a toda a Região.
Trabalhou ainda com os professores de Língua e Cultura Portuguesa dos Estados Unidos, Canadá e Brasil e em Semanas de Estudo realizadas em Angra do Heroísmo.
No Sindicato dos Professores foi directora do respectivo Centro de Formação desenvolvendo uma notável acção ao promover encontros e seminários com vista à actualização pedagógica dos docentes.
É hoje um elemento muito destacado da cultura local, não só através das produções literárias a que tem ligado o seu nome, mas igualmente participando na apresentação de vários livros.
É autora de várias publicações que incluem poesia, conto, critica literária e investigação, sendo ainda vice-presidente da Direcção do Instituto Cultural de Ponta Delgada e directora da revista INSULANA.
Em 2003 publicou o livro de versos «Ecos de mim – Memória do Tempo».

4. MARIA ZULMIRA RAPOSO LIMA GAMA nasceu na freguesia de S. José, Ponta Delgada, em 12 de Janeiro de 1921.
Deve ser hoje, a personalidade mais emblemática que exerceu funções, nesta cidade, a nível do Ensino Particular.
Completou o curso Complementar no Liceu Antero de Quental na secção de Ciências e, em 1940, o Magistério Primário, com 16 valores.
Iniciou funções docentes na Escola Central de S. José, precisamente onde fez a sua escolaridade primária.
Optou, depois, pelo Ensino Particular, leccionando em sua casa várias gerações de alunos que frequentavam, sobretudo o Liceu de Ponta Delgada, nas disciplinas de Matemática e Ciências Físico-Químicas e que ainda hoje a recordam pela sua competência e espírito de camaradagem.
 Fez parte, durante longos anos, do corpo docente do Colégio de S. Francisco Xavier; e, em 1969/ 70 foi convidada para exercer no Liceu de Ponta Delgada.
A partir de 1971, integrou a Escola Preparatória Roberto Ivens, transitando em 1985/ 86 para a Canto da Maia, desempenhando ainda as funções de directora de turma, orientadora de estágio e delegada da disciplina de Matemática.
Aposentou-se em 1 de Dezembro de 1991, precisamente quando atingiu o limite de idade legal.

5. LUIS MANUEL TAVARES DOS REIS pertence já a uma nova geração, pois nasceu em 4 de Setembro de 1949, na freguesia de S. Pedro, Ponta Delgada.
Completado o curso complementar dos liceus, ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, que frequentou durante cerca de 3 anos e, nessa altura, integrou o movimento de contestação estudantil, tendo como era natural, sido chamado a cumprir o serviço militar; e, com a patente de capitão, comandou uma companhia em Angola.
Regressado a S. Miguel frequentou e concluiu, o curso da Escola do Magistério Primário de Ponta Delgada, com a classificação de 16 valores.
No exercício das suas funções docentes, desempenhou os cargos de Delegado Escolar nos concelhos de Lagoa e de Ponta Delgada e também de coordenador da Acção Social Escolar, já no âmbito da Direcção Escolar de Ponta Delgada.
Por períodos prolongados foi um cooperador, muito competente, nas áreas administrativas da Direcção Escolar, no tempo em que esta instituição já estava integrada nos serviços regionais, tendo desempenhado, a partir de 1989, as funções de subdirector escolar.
Muito votado à informática, montou e programou diversos programas, chegando mesmo a coordenar essas áreas nas direcções escolares de Angra do Heroísmo e da Horta, sobretudo quanto ao processamento dos vencimentos dos professores.
Participou e dirigiu vários cursos de formação, tendo sido professor da disciplina Introdução à Informática na Escola Secundária das Laranjeiras.
Em 2002 concluiu o Curso de Complemento de Formação Cientifica e Pedagógica, com a classificação final de 16 valores, o que lhe conferiu o grau de licenciado.
Em 1998, aquando da extinção das direcções escolares na Região foi nomeado presidente do Conselho Directivo da Área Escolar de Ponta Delgada, assumindo, com muito mérito, a transferência e instalação dos novos serviços, o que lhe conferiu uma competência acrescida o facto de ter desempenhado diversificadas funções no âmbito da administração e da orientação do ensino.
No final da sua carreira entendeu regressar à docência, leccionando precisamente na escola de S. Pedro, onde em 1952/ 1953 iniciara a frequência no Ensino Primário.
Foi ainda Presidente da Delegação nos Açores da Associação de Solidariedade dos Professores.
Encontra-se na situação de aposentado.

6. MARIA LUISA ALMEIDA SILVA nasceu na freguesia de S. Pedro, Ponta Delgada, em 22 de Junho de 1950.
Diplomou-se pela Escola do Magistério Primário de Ponta Delgada, em 14 de uno de 1964, com a classificação de 14 valores, iniciando funções docentes a partir de 13 de Outubro desse ano.
Trabalhou em diversos estabelecimentos de ensino dos concelhos da Ribeira Grande e de Ponta Delgada, assumindo, por vezes, a direcção das respectivas escolas e desenvolvendo, em cada uma delas, uma acção cultural e social que foi sempre muito apreciada por alunos e familiares.
A partir de 1988, foi designada, por despacho do secretário regional da Educação e Cultura, para exercer funções de coordenação e orientação nas aulas de Expressão Moral.
Mais tarde foi destacada para os serviços culturais da Direcção Escolar de Ponta Delgada, dinamizando as actividades desenvolvidas junto das escolas e colaborando na feitura da bibliografia pedagógica que aqueles serviços editaram.
Integrou, como vogal, o Conselho Directivo da Área Escolar de Ponta Delgada, aposentando-se em 2003.
Integrou ainda a comissão instaladora que foi constituída em Ponta Delgada para a formação da Delegação nos Açores da Associação de Solidariedade Social dos Professores.
Desenvolve, empenhadamente, varias acções de voluntariado, bem como junto dos movimentos paroquiais e das Instituições de Solidariedade Social, sendo presidente da Assembleia Geral do Lar Mãe de Deus.

7. MARIANA DA ASCENSÃO FERREIRA DA SILVA DE SEQUEIRA DIAS nasceu na freguesia de S. José, Ponta Delgada, em 1930.
No Liceu Antero de Quental, completou, com distinção, o curso complementar de Letras.
Cursou depois a Escola do Magistério Primário de Ponta Delgada; e, em 1969, foi colocada, por concurso, na Escola Preparatória Roberto Ivens, onde se manteve durante 30 anos como professora das disciplinas de Português e História.
Frequentou em Lisboa e Coimbra vários cursos de especialidade e tomou parte na equipa que leccionou, em experiência pedagógica, o 3º, 4º e 5º anos experimentais.
Participou ainda em conferências, jornadas literárias e congressos da especialidade, apresentando em alguns desses fóruns comunicações ligadas à sua área profissional.
Desde sempre demonstrou um grande interesse pela literatura quer portuguesa, quer estrangeira, tendo escrito muitos poemas.
Ainda como aluna do Liceu participou e foi galardoada em Jogos Florais, tal como ainda acontece como aluna dos Cursos de Aprendizagem ao Longo da Vida, na Universidade dos Açores.
Em Dezembro do ano findo publicou um livro de versos que intitulou de MOMENTOS…
Dedicou ainda muito do seu tempo aos movimentos paroquiais.
É um elemento muito activo da Associação dos Antigos Alunos do Liceu Antero de Quental, pertencendo aos seus órgãos sociais.

8. URSELINA DA GLÓRIA MOTA SIMAS nasceu no Cabouco, em 2 de Maio de 1906, tendo por isso já completado a provecta idade de 102 anos.
Diplomou-se pela Escola do Magistério Primário de Ponta Delgada em 1934 e, devido às crescentes dificuldades de colocação que então se registavam, só em 1937 iniciou funções docentes, mas num posto escolar que passou a funcionar no lugar das Gramas, freguesia da Ribeirinha, concelho da Ribeira Grande, precisamente quando o Ministério da Educação, numa operação de grande contenção financeira, criou os postos escolares de ensino.
Foi uma situação pessoal e familiar muito penosa e até injusta, porquanto não descontando para a Caixa Geral de Aposentações, viu, no final da sua carreira, tal aposentação reduzida, pois não conseguiu qualquer tipo de compensação a esse período de trabalho de cerca de 3 anos.
Em 21 de Outubro de 1939 rumou a Santa Maria para exercer na escola feminina de Vila do Porto. Seguidamente e durante 32 anos, trabalhou nos concelhos de Lagoa, Nordeste, Ribeira Grande e Ponta Delgada.
De 1 de Outubro de 1950 e até à data da sua aposentação, em 26 de Março de 1969, exerceu na escola de Feteiras, onde num período de praticamente 29 anos foi professora de várias gerações, desenvolvendo uma operosa actividade  docente e ainda de carácter social.
Tendo completado 102 anos de idade, deve ser a professora sobreviva mais idosa desta região e talvez do país.

9. MANUEL JOÃO DE SOUSA MELO nasceu na freguesia de S. Pedro de Ponta Delgada em 31 de Maio de 1939.
Frequentou o Liceu de Ponta Delgada e, após ter completado o curso geral, ingressou na Escola do Magistério, diplomando-se em 1959, exercendo depois em várias escolas deste concelho.
Em 1974 passou para a docência do ciclo preparatório, primeiramente na recém criada escola da Lagoa; e, após vários anos de estágio, inclusivé na escola Roberto Ivens, em Ponta Delgada, foi colocado, em 1982, nas Capelas, integrando a primeira comissão instaladora da escola também preparatória que aí passou a funcionar.
Como presidente do Conselho Directivo dessa mesma escola, conseguiu implementar um conjunto de actividades culturais, mesmo a nível do teatro popular, para além de outras manifestações de arte que muito entusiasmaram professores e alunos.
Possuindo uma notável intuição para tudo o que se relacionava com o artesanato, participou em vários certames desse género, sempre num permanente e creditado aperfeiçoamento na aplicação dos materiais que compunham as peças que com muita arte produz.
Os seus objectivos foram mais longe e, já aposentado, abalançou-se a este grande empreendimento que foi a criação, nas Capelas, entre 1996 e 1999, da OFICINA MUSEU-ARTESANATO, que é hoje uma das mais completas estruturas, no seu género, existente nesta região e talvez mesmo no país.
A realização desta iniciativa, acarreta naturais despesas de exposição e de conservação, que o professor Manuel João e sua esposa, a professora Maria Emília dos Santos Melo, têm suportado com elevado estoicismo e grande sentido de cidadania.

10. DELEGAÇÃO NOS AÇORES DA ASSOCIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DOS PROFESSORES
A partir de 1999 estabeleceu-se em Ponta Delgada uma comissão instaladora com vista à formação duma delegação, nos Açores, da Associação Nacional dos Professores.
Ao longo destes anos e já com órgãos sociais e autonomia próprias, tal Delegação tem constituído, no nosso meio e até na Região, um organismo  que muito tem trabalhado no sentido de  agrupar os docentes de todos os graus de ensino, nomeadamente os aposentados, desenvolvendo actividades de natureza cultural e social,
O interesse que a Associação tem despertado é bem expressa no crescente número de associados que à mesma têm ocorrido e que é bem demonstrativo do interesse e da disponibilidade com que as sucessivas direcções têm procurado resolver os vários problemas que a classe enfrenta, sobretudo em termos duma solidariedade muito participativa, vencendo, para muitos, as barreiras da solidão ao proporcionar em convívios, semanais na sua sede, visitas de estudo, cursos de formação e até através da realização de agradáveis e bem organizados passeios quer ao continente, quer ao estrangeiro, abrindo-se a familiares e amigos.
O arranjo duma sede para disponibilidade dos encontros que realiza foi outra grande aposta concretizada e outros planos estão a ser equacionados, sempre em ordem a obter um maior acolhimento, para os sócios e familiares, bem como a construção duma casa de acolhimento para quantos venham a necessitar desse tipo de intervenção social.
Por tudo isto a Delegação nos Açores da Associação de Solidariedade Social dos Professores é digna do apreço da nossa comunidade e, igualmente, do reconhecimento municipal, pelo sentido de abrangência que envolve todos os docentes ainda em exercício de funções e muitos outros, já aposentados, que durante largos anos trabalharam nas escolas deste concelho, realizando uma obra aos níveis da educação e da cultura, que é sempre de enaltecer. 


O PRESIDENTE DA COMISSÃO
JOSÉ MARIA DE MEDEIROS ANDRADE

 

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